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O candidato à Presidência da República pelo PSDB, Aécio Neves, aparece à frente na pesquisa de intenção de voto CNT/MDA divulgada neste sábado (25). O tucano tem 50,3% dos votos válidos, contra 49,7% de Dilma Rousseff.

A pesquisa mostra uma inversão da tendência apresentada pelo instituto anteriormente. No último levantamento CNT/MDA, o tucano contava com 49,5% dos votos válidos, e Dilma 50,5%, com a petista em ascensão.

Agora, segundo o instituto, é Aécio quem mostra mais condições de vencer o pleito deste domingo (26).

A pesquisa foi realizada entre os dias 23 e 24 de outubro. Foram entrevistadas 2.002 pessoas de 137 municípios em 25 unidades da Federação.

Na votação total, Aécio aparece com 45,3% dos votos, contra 44,7% de Dilma. Brancos, nulos e indecisos somaram 10%.

A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos.

A pesquisa realizada entre 23 e 24 de outubro de 2014 e divulgada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) foi registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o número BR – 01199/2014. Foram entrevistadas 2.002 pessoas de 137 municípios de 25 Unidades da Federação. A pesquisa tem margem de erro de 2,2 pontos percentuais.

Fonte – Istoe

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Frente a frente pela última vez, Aécio Neves e Dilma Rousseff apostaram nos mesmos temas que marcaram a reta final da campanha no segundo turno.

O debate na televisão entre Aécio Neves (PSDB) e Dilma Rousseff (PT), promovido na noite desta sexta-feira pela TV Globo, seguiu o roteiro de tensão que marca a reta final da campanha para a Presidência da República neste ano. Frente a frente pela última vez antes das urnas, Aécio e Dilma apostaram nos mesmos trunfos dos embates anteriores: o tucano confrontou a petista sobre a profusão de escândalos no governo e frisou o retorno da inflação; a petista explorou a crise de falta de água em São Paulo e buscou a comparação entre as gestões do PT e do PSDB. Mas foi a corrupção, citada em três dos quatro blocos, o tema que esquentou o debate.

Mais de uma vez, a troca de farpas excedeu os microfones e acabou insuflando os convidados dos dois candidatos, que reagiram com vaias e aplausos na plateia. O formato de arena em dois dos quatro blocos, no qual os candidatos puderam se movimentar livremente pelo palco, expôs o nervosismo de Dilma, que já tinha de driblar a tradicional dificuldade de traquejo – ela chegou a chamar um eleitor de “candidato”.

Aécio abriu o debate questionando a petista sobre a reportagem de capa de VEJA desta semana, na qual o doleiro Alberto Youssef, pivô de um
megaesquema de lavagem de dinheiro e desvios de recursos da Petrobras para políticos e partidos, afirmou em depoimento à Polícia Federal que Dilma e o ex-presidente Lula sabiam das falcatruas. O tucano também abordou o terrorismo eleitoral propalado pelo PT nos rincões do país, segundo o qual programas sociais serão encerrados se ela não se reeleger. Sobre corrupção, Dilma atacou a reportagem e repetiu o discurso de que os escândalos só foram descobertos depois que o PT chegou ao poder porque eram engavetados nas gestões tucanas.

O bloco inicial teve ainda embates sobre o investimento de 2 bilhões de reais do governo brasileiro na construção de um porto em Cuba e a volta da inflação. Além do choque de números, Dilma apostou em críticas às administrações tucanas e chamou Aécio de “líder do presidente Fernando Henrique Cardoso”. O tucano devolveu: “Eu era líder do PSDB”. Fora do microfone, Dilma disse: “Não tem importância”. Foi quando Aécio cutucou: “Para quem não conhece o Congresso Nacional…”. A claque entrou em ação: gargalhadas, aplausos e vaias.

No segundo bloco, foi na pergunta do terceiro eleitor indeciso sorteado que o clima ferveu. Tema: corrupção. Dilma respondeu dizendo que propõe um pacote de medidas para endurecer a legislação contra quem comete crimes de caixa dois e de colarinho branco. Na réplica, Aécio dirigiu-se à eleitora: “Vou responder olhando nos seus olhos. Tem uma medida que não depende do Congresso Nacional. Vamos tirar o PT do governo”. Nova reação da plateia.

O terceiro bloco voltou ao formato de confronto aberto entre os dois. O modelo era outro, mas o tema que causou faíscas foi o mesmo. Aécio questionou Dilma: “Qual a opinião da senhora, da cidadã Dilma sobre o mensalão?”. A petista cobrou dele explicações sobre o “mensalão mineiro” e citou denúncias envolvendo administrações tucanas. Rodeou, mas não respondeu. Por sua vez, Dilma tentou alfinetar o tucano com a crise hídrica em São Paulo, afirmando que houve falta de planejamento do governo Geraldo Alckmin (PSDB): “Não planejar no estado mais rico do país é uma vergonha”.

No bloco final, novamente destinado a perguntas de eleitores indecisos selecionados pela emissora, o clima esfriou.

Fonte – Veja

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A partir de linha subsidiada pelo BNDES, Banco do Brasil teria concedido crédito a juros mais baixos e contrariado regras internas

BRASÍLIA – A denúncia de um empréstimo feito pelo Banco do Brasil à empresa da socialite Val Marchiori, publicada no jornal Folha de S. Paulo, deu munição para a oposição aumentar o tom das críticas de aparelhamento dos bancos públicos na reta final da campanha eleitoral. A cinco dias da votação, o possível favorecimento à empresária – que ficou conhecida após participar do programa Mulheres Ricas, da TV Bandeirantes – foi recebido nos bastidores do governo como mais uma ação na guerrilha eleitoral.

– A preocupação é a exploração disso no programa eleitoral – disse uma fonte do governo.

No Congresso, o PPS pedirá explicações ao Ministério da Fazenda. Quer que o ministro determine que o BB cancele o empréstimo à “socialite amiga do PT”. De acordo com reportagem, o banco emprestou R$ 2,7 milhões para Marchiori a partir de uma linha subsidiada pelo BNDES, o que contrariaria normas internas dos dois bancos, já que empresária teria crédito restrito por não apresentar capacidade financeira, além de não ter pago empréstimo anterior ao BB, ainda segundo a reportagem.

Em nota, Rubens Bueno, líder do PPS, atacou as dificuldades que empresas pequenas têm para conseguir empréstimos, enquanto “o dinheiro público (do BNDES) é usado para financiamentos customizados”. A reportagem diz que Val Marchiori, que conseguiu crédito a juros de 4% ao ano, com prazo de cinco anos para quitar, é amiga do presidente do BB, Aldemir Bendine.

“A população brasileira deveria ir para a porta de todas as agências do banco para exigir empréstimos na mesma condição. Duvido que o banco libere”, criticou Bueno, que também pediu punições ao que considera “escândalo deste governo do PT”, e devolução dos recursos emprestados.

De acordo com o jornal, Marchiori tomou o crédito pela Torke Empreendimentos ao apresentar a pensão alimentícia de seus dois filhos menores de idade para comprar receita.

O Banco do Brasil divulgou uma nota à imprensa para negar irregularidades. Segundo a assessoria da instituição financeira, não houve qualquer “drible” ou violação de normas para concessão de crédito. No texto, o BB explica que tem poderes para mudar procedimentos para atender seus clientes.

“A ‘customização’ é procedimento comum em inúmeras operações, e seus critérios são previstos nas normas internas”, diz a nota da instituição.

O Banco do Brasil esclareceu que a pendência financeira à qual se refere a reportagem da Folha de S. Paulo é de apenas R$ 963,90 e não está em nome da empresária, mas de empresa da qual ela era sócia-dirigente em 2008.Segundo o banco, é a fatura de um cartão de crédito empresarial utilizado normalmente por outro executivo da empresa.

Argumentou ainda que a empresa de Val Malchiori tem registro para locação e leasing operacional de caminhões e que por isso, poderia alugar os equipamentos comprados com dinheiro subsidiado à empresa do irmão. E que os equipamentos funcionavam como garantia do empréstimo e a dívida tem sido paga em dia.

Para rebater a denúncia de favorecimento, o banco afirmou que a análise do empréstimo foi dada por três comitês, que envolveram no mínimo 17 técnicos de carreira, antes do aval do BNDES.

“O Banco do Brasil lamenta que a reportagem tenha lançado mão da quebra de sigilo comercial, e reafirma seu total compromisso com as boas práticas da governança corporativa, com as normas de concessão responsável de empréstimos e com os direitos dos tomadores”, diz a nota à imprensa.

PPS QUER ANULAÇÃO DO EMPRÉSTIMO

O PPS apresentou nesta terça-feira requerimento na Câmara dos Deputados para que a Fazenda determine que o Banco do Brasil cancele o empréstimo.

Em nota, Rubens Bueno, líder do PPS, atacou as dificuldades que empresas pequenas têm para conseguir empréstimos, enquanto “o dinheiro público (do BNDES) é usado para financiamentos customizados”.

“A população brasileira deveria ir para a porta de todas as agências do banco para exigir empréstimos na mesma condição. Duvido que o banco libere”, criticou Bueno, que também pediu punições ao que considera “escândalo deste governo do PT”, e devolução dos R$ 2,7 milhões emprestados.

O requerimento diz que quer “evitar que esta linha de crédito subsidiada com dinheiro público seja usada de forma equivocada”.

Fonte: O GLOBO

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Tucano defendeu punições a quem cometeu crime na Petrobras, e criticou a conduta do PT no episódio

CAMPO GRANDE — O candidato à Presidência pelo PSDB, Aécio Neves, minimizou nesta terça-feira as pesquisas de intenção de voto ao reagir aos resultados apresentados na terça-feira, com a presidente Dilma Rousseff numericamente à frente dele, segundo o último Datafolha. O tucano chegou a ironizar o resultado.

— Pelo que vimos das pesquisas no primeiro turno, esse Datafolha já está me dando como eleito. Sou o próximo presidente da República se a diferença (entre mim e ela) for essa.

Aécio se amparou à diferença verificada no primeiro turno, quando a última sondagem, feita na véspera, indicava que ele tinha 26% das intenções de voto. O resultado das urnas, no entanto, apontou que ele chegou em segundo lugar com 33,55%.

O candidato disse que não vai se abalar com levantamento divulgados nesta reta final porque, segundo ele, no passado as pesquisas cometeram “erros grosseiros”.

— Em todas as nossas pesquisas, estamos com margem enorme e muito maior do que essa sobre a candidata. Se eu me abalasse com pesquisas, certamente não teria tido o resultado que tive no primeiro turno.

Sobre denúncias de que pessoas do PSDB estariam envolvidas no escândalo da Petrobras, o tucano disparou:

— Eu já disse que tudo tem que ser investigado. Se cometeu ilicitude, tem que pagar por ela. — disse ele, acusando ainda o PT de “impedir as investigações e transformar culpados em heróis”.

Fonte: O GLOBO

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Mães receberão o benefício até os filhos completarem três anos

Enquanto a França anuncia o corte do bônus pago para famílias crianças na tentativa de desonerar o governo — que tem uma dívida que quase chega aos 100% do PIB — a Itália vai no sentido contrário, e Matteo Renzi, primeiro-ministro do país, disse, em entrevista ao Canale 5, que as mães receberão um bônus de € 80 mensais até as crianças completarem 3 anos como uma forma de tentar elevar a natalidade entre os italianos, segundo o site ‘The Local’.

Ainda de acordo com o site, em 2013, a Itália teve uma mínima recorde em sua taxa de natalidade com 515 mil nascimentos, 12 mil a menos do que em 1995, a baixa recorde anterior.

Na entrevista, Renzi afirmou que o pacote de benefícios — que começa a valer em primeiro de janeiro de 2015 — inclui um desconto de € 80 em impostos para famílias que recebem menos de € 1.500 mensais.

O orçamento itlaiano aprovado para 2015 prevê uma despesa de € 10 bilhões para cobrir o corte de impostos a quem ganha pouco. Já o auxílio para as famílias corresponde a um gasto de € 800 milhões, ainda de acordo com o portal.

Fonte: O Globo

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A política de promoção das mulheres do primeiro-ministro japonês Shinzo Abe levou dois golpes duros nesta segunda-feira (20), com os pedidos de demissão de duas ministras suspeitas de uso indevido de recursos públicos e tráfico de influência. Abe anunciou à imprensa as demissões das ministras da Indústria, Yuko Obuchi, e da Justiça, Midori Matsushima, no momento mais grave de seu governo desde que retornou ao poder no fim de 2012.

As duas foram nomeadas para os cargos no início de setembro, ao lado de outras três mulheres, na primeira reforma ministerial de Abe. Com cinco nomes, este era o governo com maior presença feminina na história do país. “Eu nomeei as duas. Como primeiro-ministro, assumo a responsabilidade e peço desculpas profundas por esta situação”, disse Abe. Midori é suspeita de ter violado a lei eleitoral com a distribuição de leques com a sua foto e nome aos eleitores de sua circunscrição. Yuko é acusada de irregularidades no uso de recursos públicos; ela teria gastado entre 2007 e 2012 mais de 10 milhões de ienes (223.000 reais) em produtos de beleza.

Além disso, segundo a imprensa, alguns de seus simpatizantes receberam de presentes que custaram no total 26 milhões de ienes (576.000 reais), um gesto que os críticos consideram uma tentativa de compra de votos. Shinzo Abe depositava muitas esperanças em Yuko Obuchi, a primeira mulher a comandar o poderoso ministério da Indústria. O primeiro-ministro desejava transformá-la no símbolo de sua política para as mulheres, que ele deseja atrair mais ao mercado de trabalho para estimular a economia do país.

Na reforma ministerial de setembro, a nomeação de cinco mulheres em um gabinete de dezenove pessoas pretendia servir de exemplo às empresas, depois do governo ter exigido mais oportunidades para o sexo feminino. O machismo é latente na sociedade japonesa e as mulheres raramente ocupam posições como a presidência ou a diretoria de empresas. Abe também contava com a imagem de Yuko, de 40 anos e com dois filhos, para convencer os japoneses da necessidade de retomar o programa de reatores nucleares do país, paralisado desde a catástrofe da central de Fukushima em março de 2011. Mas sua promoção também provocou a irritação de políticos veteranos, que não gostaram de ver uma mulher com pouca experiência de governo em um cargo tão importante.

Posição vulnerável – Os analistas concordaram que as quedas de duas ministras não provocarão o fim do governo de Abe, que tem como objetivo revigorar uma economia afetada por um crescimento frágil e ameaçada a longo prazo por uma demografia em queda. Mas afirmam que o chefe de governo está em posição vulnerável. “Este é o primeiro tropeço importante de Abe”, disse Tomoaki Iwai, professor de Ciências Políticas na Universidad Nihon de Tóquio. “Com as duas renúncias, sua popularidade deve cair e Abe será pressionado. Se voltar a cometer erros assim, será um golpe fatal para seu governo”, completou Iwai.

Fonte: Veja

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Documento obtido pelo site de VEJA mostra que João Vaccari Neto tem a função-chave de representar a candidata no Tribunal Superior Eleitoral (TSE)

Desde que o depoimento do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa veio a público, a campanha da presidente-candidata Dilma Rousseff (PT) entrou em pânico: criou uma força-tarefa para evitar que as novas revelações causassem estrago no projeto de reeleição da petista, redobrou os ataques ao adversário Aécio Neves (PSDB) e barrou o depoimento do tesoureiro João Vaccari Neto à CPI da Petrobras. Não à toa: nove anos após o estouro do escândalo do mensalão, outro homem-forte responsável por cuidar das contas do partido aparece às voltas em um caso de corrupção, agora como o pivô de um esquema bilionário de lavagem de dinheiro.

Paulo Roberto Costa afirmou textualmente que parte da propina desviada da estatal chegou às mãos de Vaccari. “Dentro do PT, a ligação que o diretor de serviços tinha era com o tesoureiro na época do PT, o senhor João Vaccari. A ligação era diretamente com ele”. Ainda segundo o delator, dois terços da propina ficavam para o PT quando a diretoria era comandada pelo PP. Já nos setores diretamente controlados por petistas, a propina seguia diretamente para o caixa do partido.

A função de Vaccari, no entanto, vai além de cuidar do financeiro do PT: ele tem posto privilegiado no projeto eleitoral da presidente Dilma. Documento obtido pelo site de ‘Veja’ mostra que o tesoureiro foi nomeado delegado da campanha de Dilma e tem a função-chave de representar a candidata no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Tamanha é a autonomia que Vaccari, tem, inclusive, a prerrogativa de fazer petições e assinar as credenciais dos fiscais da coligação.

Ao lado dele estão outros quatro delegados – todos ocupam posições no projeto de reeleição de Dilma: o secretário-geral do PT, Geraldo Magela, deputado federal derrotado na única vaga ao Senado pelo Distrito Federal; o ex-presidente do diretório paulista do PT e tesoureiro da campanha, Edinho Silva; o ex-ministro do TSE, Arnaldo Versiani, e Luis Gustavo Severo, ambos responsáveis pela área jurídica da campanha.

Embora tenha sido apontado como a ponte para o recebimento da propina, o PT tem se mostrando reticente a afastar o tesoureiro. Ao contrário: saiu em defesa dele e processou Paulo Roberto Costa por difamação.

Durante debate entre os candidatos à Presidência realizado no último domingo, Dilma evitou se voltar contra Vaccari. Questionada por Aécio se confia no tesoureiro, a presidente tergiversou: “Da última vez que um delator denunciou pessoas do seu partido, no caso do metrô e da compra dos trens, o senhor disse que não ia confiar na palavra de um delator. Eu sou diferente. Eu sei que há indícios de desvio de dinheiro. O que ninguém sabe é quanto foi e quem foi. Isso é muito importante”, disse.

O tucano insistiu na pergunta, ressaltando os tentáculos do esquema de propina podem alcançar outros órgãos, como a hidrelétrica de Itaipu, da qual Vaccari integra o Conselho de Administração. Mas a presidente novamente se esquivou: “Eu mando investigar. Eu faço questão que a Polícia Federal investigue. Eu não transferi nenhum delegado para outro Estado, eu não engavetei processos. É isso que não pode ocorrer no Brasil”, disse.

Conforme mostra o site da Itaipu, também faz parte do Conselho de Administração do órgão o ministro licenciado da Casa Civil e braço-direito de Dilma Aloizio Mercadante, cotado para assumir o Ministério da Fazenda caso a petista seja reeleita. Mas a relação de Mercadante e Vaccari vem de longa data: nas eleições de 2002, quando conquistou a vaga no Senado, o ex-ministro tinha Vaccari como segundo suplente.

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Fonte: Veja

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