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A viagem de Dilma Rousseff aos Estados Unidos terminou há quase dois meses, mas até agora o pagamento pelo aluguel de uma frota de veículos ainda não chegou na conta de uma locadora de carros em San Francisco, na Califórnia, EUA.

Segundo o dono da empresa, o governo brasileiro deve cerca de 100 mil dólares a ele pelos serviços prestados.

Ao jornal ‘Folha de S. Paulo’, Eduardo Marciano, dono da NS Highfly Limousine, afirma que a comitiva da presidente Dilma teria contratado 25 motoristas, dois ônibus, um caminhão, três vans e 19 limusines. O governo nega que os veículos alugados eram limusines.

De acordo com informações da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, o dinheiro foi enviado na última sexta-feira (14) para os Estados Unidos e o pagamento deve ser efetuado nos próximos dias, por meio do consulado brasileiro em San Francisco.

O governo alega que o atraso se deve à crise financeira que atinge o Ministério das Relações Exteriores – os cortes no Orçamento aliados à alta do dólar teriam impossibilitado o pagamento, segundo afirmou um representante da Secom à Exame.com.

Até a publicação deste texto, o dono da locadora de veículos não havia atendido aos pedidos de entrevista feitos por Exame.com.

O assunto vem à tona um dia depois que um texto sobre o caso foi publicado no CNN iReport, um site que reúne posts de blogueiros não afiliados à emissora americana.

Fonte: Exame

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A imagem inexplicável vista recentemente nos céus da cidade e El Paso, Texas, vem sendo objeto de muita especulação na internet. Muita gente acredita que se trata de um demônio, enquanto há quem defenda se tratar de um OVNI.

Quando aplicado o efeito de “negativo”, fica claro que ela não tem a mesma consistência das nuvens que a rodeiam.
De acordo com a pessoa que fotografou o fenômeno, num primeiro momento ela não havia percebido. “Eu estava tirando fotos das belas cores e texturas criadas nas nuvens com o pôr-do-sol. Eu tiro três fotos de cada vez para ter uma margem de ‘controle de qualidade. Só fui notar o que eu fotografei cerca de 20 minutos mais tarde, eu mostrei à minha esposa todas as fotos que tirei.”

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A comparação de data gravada pela máquina, mostra que na imagem imediatamente anterior o objeto não estava no céu. Ou seja, ficou visível durante menos de um segundo.
Compartilhada em diversos fóruns sobre aparições sobrenaturais na internet, até o momento não surgiu uma explicação lógica para este fenômeno, tampouco alguém desmentiu sua veracidade, nem provou que houve manipulação digital. Com informações de Before Its News

Fonte- gospelprime

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PT teme que empreiteiro relate esquema de campanhas

Marcelo Odebrecht teria feito relatos de como o esquema abasteceu campanhas petistas em 2010 e 2014
A coluna Painel da ‘Folha de São Paulo’ publicou neste domingo (21) uma contextualização sobre os impactos da operação Lava Jato e as tensões no governo.

De acordo com a publicação, a prisão de Marcelo Odebrecht causou pânico no mundo político, um dos motivos é o grau de conhecimento que o presidente da empreiteira tem a respeito dos pormenores do financiamento eleitoral ao PT nos últimos anos.

Embora o executivo negue a participação da Odebrecht no escândalo de corrupção da Petrobras, ele teria feito relatos de como o esquema abasteceu campanhas petistas em 2010 e 2014. A preocupação agora é que Marcelo decida contar mais detalhes se ficar preso por muito tempo.

Estimando que os depoimentos do executivo possam suscitar maiores estragos, os advogados apostam que a libertação dos presos desta sexta-feira será mais rápida que o normal.

A publicação refere que a entrada da Odebrecht e da Andrade Gutierrez na Lava Jato fará com que o Planalto reforce o empenho para firmar os acordos de leniência na CGU (Controladoria-Geral da União).

O governo também não quer travar mais embates no setor de infraestrutura, uma vez que todas as grandes empresas estão envolvidas na operação.

A Polícia Federal aponta ainda que “as operações do grupo Odebrecht seguem padrões mais sofisticados do que as concorrentes”. Isso explicaria, segundo a PF, a ausência de provas em buscas anteriores na empresa. “Os [meios]eletrônicos estavam praticamente limpos”, registram os agentes em um dos textos.

As prisões dessa semana criaram tensão nos políticos, que ainda esperam conhecer o teor da delação de Ricardo Pessoa, da UTC, que deve ser homologada nos próximos dias pelo relator Teori Zavascki.

O texto também cita que a oposição fará pressão sobre o TCU nos próximos 30 dias para cobrar a rejeição das contas de 2014 do governo Dilma. Para os tucanos, essa decisão seria o caminho para pedir o impeachment da presidente.

Fonte: Notícias ao Minuto

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O banco britânico HSBC anunciou nesta terça-feira (9) que vai vender e encerrar suas atividades no Brasil e também na Turquia até 31 de dezembro de 2016. Uma “participação modesta” será mantida no Brasil para atender grandes clientes corporativos.

As mudanças são parte de um plano de reestruturação para economizar entre US$ 4,5 bilhões e US$ 5 bilhões até 2017. O objetivo do banco é concentrar a atuação na Ásia, principalmente na China e na Índia.

A instituição financeira ainda deve cortar 50 mil empregos nos dois países, informam a rede “CNN”, a “BBC”, a Reuters e o jornal “The New York Times”.

Não está claro ainda como serão feitas e e as datas das demissões, que não foram confirmadas pelo grupo.

No Brasil, o banco britânico tem mais de 21 mil funcionários, segundo a agência France Presse.

Entre 2011 e 2014, o banco já havia cortado 40 mil postos de trabalho, para reduzir os custos e para concentrar o grupo nas atividades consideradas estratégicas.

“Reconhecemos que o mundo mudou e precisamos mudar com ele”, disse o CEO Stuart Gulliver.

Mudanças

O banco informou que o objetivo das mudanças é acelerar seus investimentos na Ásia, “capturando as esperadas oportunidades da riqueza emergente na região”.

“O mundo está cada vez mais conectado, e a Ásia deverá mostrar alto crescimento e se tornar o centro do comércio global ao longo da próxima década. Estou confiante que nossas ações nos permitirão capturar as oportunidades futuras de crescimento e entregar mais valor aos acionistas”, afirmou Gulliver.

O HSBC estuda ainda a possibilidade de transferir sua sede de Londres para a Ásia – o que deve acontecer até o final deste ano – e busca melhorar suas operações no México e nos Estados Unidos.

Em maio, o principal executivo do banco espanhol Santander no Brasil, Jesús Zabala, declarou queestudaria a possibilidade de adquirir a atividade brasileira do HSBC.

No Brasil, o HSBC tem 853 agências em 531 municípios, 452 postos de atendimento bancários, 669 postos de atendimento eletrônico e 1.809 ambientes de autoatendimento, com 4.728 caixas automáticos. O HSBC Bank Brasil faz parte do Grupo HSBC, corporação internacional sediada em Londres e presente em 73 países e territórios.

Escândalo

O HSBC esteve no centro do escândalo de fraude fiscal conhecido como “SwissLeaks” – uma investigação sobre lavagem de dinheiro e sonegação de impostos na Suíça.

Na semana passada, o banco concordou em pagar 40 milhões de francos suíços (cerca de US$ 43 milhões) em acordo com o Ministério Público da Suíça para encerrar as investigações.

Os dados do SwissLeaks foram vazados por um funcionário do banco e são analisados por um grupo de jornalistas do mundo inteiro, chamado de Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos (ICIJ). Desde fevereiro, o consórcio começou a divulgar as informações segundo as quais o HSBC teria ajudado clientes a esconder bilhões de dólares no país europeu entre 2006 e 2007.

De acordo com o jornal francês “Le Monde”, que iniciou a investigação sobre o caso, cerca de 180,6 milhões de euros pertencentes a mais de 100 mil clientes e 20 mil pessoas jurídicas transitaram entre novembro de 2006 e março de 2007 por contas bancárias na Suíça, escondidos atrás de sociedades offshore.

Fonte: G1

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Luiz Edson Fachin defende pensão para amantes e causa homossexual.

Indicado para a vaga de ministro do Supremo Tribunal Federal no lugar de Joaquim Barbosa, o advogado Luiz Edson Fachin é um inimigo declarado da família, defendendo pensão para amantes, direitos homossexuais e teses que corroboram com o aborto.

Fachin é diretor do Instituto Brasileiro de Direito de Família (IBDFAM), que promove três causas polêmicas no tribunal, entre elas que a amante tem de dividir com a mulher legítima a eventual pensão por morte do marido.

O instituto dirigido por Fachin também defende que transexuais que não se submeteram a cirurgias têm o direito de usar o nome pelo qual são conhecidos, o chamado nome social. Além disso, o postulante ao cargo de ministro prefaciou um livro que faz a apologia da poligamia.

Outra tese polêmica defendida pelo IBDFAM é a de que cirurgias de esterilização devem ser feitas dispensando a autorização dos cônjuges, tese conexa à do aborto como um direito da mulher porque diz respeito a seu próprio corpo.

Luiz Edson Fachin fez campanha para Dilma, em 2010, integrou a Comissão Estadual da Verdade, no Paraná, e também é especializado em direito de família e é o quinto ministro indicado ao Supremo pela presidente Dilma.

Além disso, uma das causas do instituto no qual ele é diretor tem causado constrangimento. O instituto defende que um estudante, mesmo menor de idade, seja chamado por seu nome social.Além disso, se o garoto se sentir menina e se vestir como tal, então ele passa a ter o direito de usar o banheiro feminino, assim como a menina que se sentir garoto, poderá usar o banheiro masculino.

Fonte – Veja

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A queda de braço levou o ministro Teori Zavascki, relator da Lava Jato no STF, a suspender nesta quarta-feira, 15, parte das diligências, a pedido da procuradoria, rejeitando a solicitação de prorrogar os prazos feita pela PF. Na visão de investigadores do Ministério Público houve um problema na “marcha” das investigações e será necessário agora um “freio de arrumação” antes de retomar o calendário de oitiva dos políticos.

Em meio ao desentendimento, houve uma conversa entre os chefes dos dois órgãos, o diretor-geral da PF, Leandro Daiello, e o procurador-geral da República, Rodrigo Janot. Para atender ao pedido de Janot, Zavascki cita decisões do início de março, no momento da abertura dos inquéritos de políticos investigados na Lava Jato. Na ocasião, o ministro do Supremo apontou que o procurador era o “condutor incontestável das investigações”.

Para a PGR, a PF não está seguindo orientações para condução das diligências, como por exemplo, a ordem da tomada de depoimentos dos políticos. No total, o Supremo autorizou a abertura de 26 inquéritos no STF, que envolvem 50 pessoas. No entendimento da PGR essa “autonomia” da PF está prejudicando o andamento das investigações.

A PF ficou de divulgar uma nota oficial com seu posicionamento sobre o impasse. O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, disse mais cedo que procuraria Daiello e Janot para discutir o assunto.

Entre advogados da Lava Jato, circulam rumores de que o senador Humberto Costa (PT-PE) teria procurado Janot e Cardozo para se queixar de maus tratos durante a prestação de esclarecimentos à PF, realizados há duas semanas. Costa negou nesta quinta, por meio de sua assessoria, que seja o motivo do estopim da divergência entre o MP e a PF. A assessoria do senador informou ao Estado que o encontro com Janot foi para pedir celeridade no inquérito contra ele e negou que tenha feito reclamações.

Consta na agenda de Cardozo da última quarta-feira, um encontro com Costa. Contudo, o petista disse que o encontro foi agendado para tratar de questões ligadas ao seu Estado de origem, Pernambuco, mas que a reunião acabou sendo cancelada. Parlamentares investigados têm se queixado de prestar depoimentos na sede da PF, em Brasília, onde se sentem mais expostos.

Fonte: Estadão

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Germanwings: caixa-preta confirma ação voluntária do copiloto na queda do avião

Uma primeira análise da segunda caixa-preta do Airbus A320 da Germanwings revelou a intenção do copiloto Andreas Lubitz de provocar a queda do avião
Uma primeira análise da segunda caixa-preta do Airbus A320 revelou a intenção do copiloto Andreas Lubitz de provocar a

queda do avião

De acordo com o BEA, Lubitz modificou a programação do piloto automático para a descida do avião a uma altitude de 100 pés (cerca de 30 metros). “Depois, diversas vezes durante a descida, o copiloto modificou os parâmetros do piloto aumotático para aumentar a velocidade do avião”, indicou o Escritório em um comunicado divulgado na última sexta-feira (3).

O BEA não traz mais informações sobre essa primeira leitura da caixa-preta. O escritório também ressalta que “as investigações para estabelecer os acontecimentos precisos durante o voo continuam”.

Dados importantes

O equipamento, conhecido na aeronáutica pela sigla FDR (Flight Data Record), com 500 parâmetros de voo do Airbus A320 da Germanwings está sendo analisado desde ontem à noite. Ele foi encontrado enterrado no solo a 20 centímetros de profundidade. Nas fotos exibidas ontem pelo procurador responsável pelas investigações, Brice Robin, a caixa-preta aparece toda amassada.

Ela registrou segundo por segundo as últimas 25 horas de voo do Airbus A320 e tem dados importantes sobre a velocidade, a altitude, os comandos executados pelos dois pilotos no cockpit e, principalmente, sobre a real determinação do copiloto em cometer suicídio.

O inquérito judicial já havia revelado que Lubitz estava provavelmente usando uma máscara de oxigênio devido à respiração ritmada gravada pela primeira caixa-preta. A leitura do material encontrado ontem é fundamental para esclarecer todas as dúvidas em relação à determinação do copiloto em derrubar o avião.

Pesquisas sobre suicídio

Ontem, promotores alemães revelaram que, até a véspera do acidente, Lubitz fez pesquisas na internet sobre suicídio, sobre como bloquear as portas do cockpit e tratamentos médicos.

Quanto à identificação das vítimas, o procurador Brice Robin declarou que os legistas isolaram 150 perfis de DNA. Os dados serão agora comparados com material genético colhido de parentes das 150 vítimas. As famílias terão que aguardar de três a seis semanas para a identificação completa dos corpos.

Fonte: RFI

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Cidadão deve fechar conta para preservar a privacidade, diz advogado.

Segundo ‘Guardian’, comissão analisa acordo entre Europa e EUA

A Comissão Europeia recomendou cidadãos europeus a fecharem suas contas noFacebook caso queiram manter suas informações pessoais longe das mãos dos serviços de segurança dos Estados Unidos, informou o jornal “The Guardian” nesta quinta-feira (26).

A sugestão foi feita pelo advogado da Comissão, Bernhard Schima, ao promotor Yves Bot, durante uma audição sobre um caso para averiguar o nível de privacidade da rede social.

Os comentários de Schima tratavam do acordo entre a União Europeia e os EUA para troca de dados pessoais de cidadãos das duas regiões, chamado de Safe Harbour. A discussão foi levantada pelo ativista Max Schrems, que milita pelo direito à privacidade. Ele questionou se é seguro enviar informações ao EUA mesmo depois das revelações feitas pelo ex-analista da CIA Edward Snowden sobre os programas de monitoramento cibernético promovidos pelo governo norte-americano.

Em resposta, Schima foi sucinto, durante a audição na corte em Luxemburgo: “Você deve considerar fechar sua conta no Facebook, se você tiver uma”. Além disso, o representante da Comissão Europeia não soube responder se o Safe Harbour garante a adequada proteção de dados aos cidadãos europeus.

O Safe Harbour é uma espécie de acordo criado entre os EUA e a União Europeia para atender à legislação do bloco europeu. A lei de proteção de dados pessoais europeia permite que dados de cidadãos apenas sejam enviados a países que possuam aparato legal semelhante. Como os EUA não possuem legislação a respeito, o arranjo foi necessário para que empresas de tecnologia baseadas na Europa pudessem compartilhar informações de seus usuários europeus sem agir contra a lei da UE.

O caso apresentado por Schrems não faz questionamentos apenas sobre o Facebook. Há dúvidas também sobre Apple, Microsoft (e seu sistema de comunicação Skype) e Yahoo. O anúncio da opinião da Comissão Europeia sobre a validade do Safe Harbour deve ser feito em 24 de junho. Segundo o “Guardian”, o Facebook Se recusou a comentar.

Fonte: G1

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O Google conseguiu patente de projeto para uma pulseira inteligente que poderá combater doenças como o câncer ou Parkinson.

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O objetivo do gadget é modificar ou destruir agentes patogênicos encontrados no sangue, que podem causar as doenças, utilizando uma fonte de energia externa. O tipo de energia utilizada pode variar entre ultrassom ou frequências de rádio, sinais infravermelhos ou um campo magnético, e vai depender de qual é o agente alvo.

“Algumas proteínas já foram ligadas ao mal de Parkinson como causa parcial da doença. O desenvolvimento da doença pode ser prevenido ou retardado ao prover particular funcionalizadas com um bioreceptor que se ligará apenas a esta proteína”, explica o documento.

No começo do ano, a empresa estava testando nanotecnologia para combater doenças e chegou a desenvolver uma pele artificial para possibilitar os testes sem precisar realizá-los em seres humanos.

Fonte: Infomoney

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WhatsApp está sob ameaça de bloqueio em diversos paísesWhatsApp está sob ameaça de bloqueio em diversos países Aplicativo já sofreu ameaças em diversos países, sob justificativa de ser usado por criminosos Aplicativo já sofreu ameaças em diversos países, sob justificativa de ser usado por criminosos Não foi só no Brasil, onde um juiz do Piauí ordenou o bloqueio do aplicativo, que o WhatsApp correu risco de sair do ar.

Reino Unido, Arábia Saudita, Irã e em outros países, o aplicativo também sofreu ameaças de bloqueio e, em alguns deles, chegou a ser suspenso. A discussão ocorre porque é mais difícil monitorar mensagens enviadas pelo aplicativo do que ligações telefônicas ou e-mails, por exemplo – o que, segundo alguns países, pode ameaçar tanto a segurança pública quanto a segurança nacional.

O bloqueio do WhatsApp, no entanto, é visto por muitos como uma ameaça à liberdade de expressão. No Brasil, o juiz Luís de Moura Correa determinou que o WhatsApp fosse bloqueado para forçar a empresa a colaborar com a Justiça em uma investigação sobre pedofilia. Dias depois a decisão foi derrubada pelo desembargador Raimundo Nonato da Costa Alencar.

O magistrado entendeu que não era razoável bloquear um “serviço que afeta milhões de pessoas”. No Reino Unido, o primeiro-ministro David Cameron também critica a falta de colaboração da empresa em investigações – neste caso, sobre terrorismo.

Em um discurso em janeiro, o britânico disse que tentaria proibir serviços de mensagens encriptadas – como as do WhatsApp e do Snapshat – caso o conteúdo não pudesse ser acessado pelos serviços de inteligência britânicos.

A declaração foi feita após os ataques a revista satírica Charlie Hebdo, em Paris, que aumentaram o temor sobre ameaças terroristas. Já existe uma pressão para que empresas como Google e Facebook forneçam mais informações sobre as atividades dos seus usuários, já que há uma forte ação de recrutamento de grupos radicais pela internet. “Vamos permitir meios de comunicação que são impossíveis de ler? Minha resposta é: não, não devemos fazer isso”, disse Cameron. Terrorismo Ameaças de terrorismo ou à segurança nacional também serviram de justificativa para o bloqueio do serviço em outros países.

Muitos desses governos, no entanto, foram criticados por restringir a liberdade de expressão. Na Arábia Saudita, de acordo com agências de notícias, houve uma ameaça de retirar o Whatsapp do ar em 2013 porque o serviço não estaria se adequando às regras de Comissão de Comunicações e Tecnologia da Informação. Na época, o país chegou a tirar do ar o Viber, aplicativo de mensagens e chamadas de voz pela internet, pelo mesmo motivo.

Em Bangladesh, o serviço foi bloqueado em janeiro, também de acordo com agências. O governo afirmou que havia ameaças de terrorismo e que era difícil monitorar comunicações pelo aplicativo. “Terroristas e elementos criminosos estão usandos essas redes para se comunicar”, disse uma autoridade do Paquistão para justificar a suspensão do aplicativo em uma província, segundo a mídia local. No ano passado, o presidente do Irã, Hassan Rouhani, considerado moderado, precisou se empenhar pessoalmente para liberar o aplicativo.

A linha dura iraniana pediu a censura, segundo a emissora de TV americana Fox News, devido à compra do app pelo Facebook – cujo dono, Mark Zuckerberg, seria uma “americano sionista”, segundo o comitê do país responsável pela internet. Na Síria, que passa por uma guerra há mais de três anos, o aplicativo – usado para marcar protestos durante a Primavera Árabe – foi suspenso em 2012. “Um golpe na liberdade de expressão e nas comunicações em todo lugar. Um dia triste para a liberdade”, publicou o WhatsApp em seu Twitter à época.

Fonte: BBC Brasil

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