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Os evangélicos são os religiosos que mais trabalham dentro de penitenciárias, nas próximas semanas será divulgada uma pesquisa que destaca este tipo de trabalho.

O estudo “Assistência religiosa em prisões do Rio de Janeiro: um estudo a partir da perspectiva de servidores públicos, presos e agentes religiosos (e uma proposta de recomendação à Seap)” foi desenvolvido pelo Instituto de Estudos da Religião (Iser) com coordenação do pesquisador Clemir Fernandes.

“Esta predominância acompanha uma tendência de crescimento dos evangélicos na sociedade, apontada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na pesquisa, percebemos que tanto para os detentos quanto para os funcionários das penitenciárias, a presença religiosa tem um efeito apaziguador e calmante em um ambiente muito tenso”, afirmou.

De acordo com os dados recolhidos pelo Iser, das 100 instituições religiosas com autorização para entrar nas penitenciárias do Rio, 81 são igrejas evangélicas. Destas, 47 são pentecostais, 20 de missão e 14 de outras origens. As demais são oito instituições católicas, seis espíritas, três Testemunhas de Jeová e uma de origem umbandista.

Na Penitenciária Esmeraldino Bandeira, no Complexo de Gericinó há uma ala só para detentos que aceitaram a evangelização dos cristãos protestantes. As celas abrigam 1.425 detentos que são fiéis de oito instituições diferentes.

A ala recebe cerca de 1.194 voluntários que atendem os presidiários e oferecem apoio emocional e espiritual. “Eu adoro estar aqui. Faço isso para Jesus, para Deus, é um prazer”, disse Edson Lisboa, de 84 anos, que é membro da Igreja Universal do Reino de Deus.

Mas se por um lado a religiosidade ajuda na recuperação dos detentos, por outro a criação de um ala especial para os evangélicos enfrenta resistência.

“Eu não posso dizer se a divisão é positiva ou negativa. Isso ainda está em pauta. A princípio, pensamos na segregação como algo negativo, mas ela pode ser benéfica para não incomodar detentos não-religiosos com vigílias e cultos nas celas, por exemplo”, diz Teresinha Teixeira de Araújo, assistente social da divisão de planejamento e intercâmbio setorial da Seap.
No estudo o Isep recomenda espaços ecumênicos para que cultos de diferentes religiões sejam realizados sem segregar os detentos em alas especiais. Mas esse tipo de separação pode impedir casos de intolerância religiosa.

Porém, assim como do lado de fora algumas manifestações de intolerância são sentidas dentro da prisão, principalmente contra membros do Candomblé que relatam casos de confronto de ideias.

Fonte – O Globo

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Missionário brasileiro relata o caos após terremoto no Nepal

Edgar mora no Nepal desde fevereiro e pertence a Batista da lagoinha

Dois dias após o terremoto de 7,8 graus que atingiu o Nepal, o missionário brasileiro Edgar Garcia, de 26 anos, afirmou nesta segunda (27) que a vida no país tem sido ‘um caos’. Segundo ele ‘a sensação é terrível’, já que falta água, comida, remédios e energia elétrica em Katmandu, capital do país. “Você não tem como fazer nada, a não ser usar o seu instinto para sobreviver”, descreveu.

Edgar é do Rio de Janeiro, formado em Pedagogia e morava em Boa Vista desde 1991. Ele foi viver como missionário no Nepal em fevereiro deste ano. Ele é missionário do Centro de Treinamento do Diante do Trono, em Belo Horizonte, e está no último ano de estudo, que envolve a prática no campo missionário, e por isso viajou para o país. O jovem pertence à Igreja Batista Lagoinha.

Conforme autoridades do país, o número de mortos depois do terremoto que atingiu o Nepal chegou a 3,8 mil nesta segunda-feira. Dezenas de milhares de pessoas ficaram sem comida, água ou abrigo, após o abalo sísmico que é considerado o mais violento dos últimos 80 anos. Cerca de 18 pessoas morreram no monte Everest por causa de deslizamentos.

Segundo brasileiro, pessoas abrigadas em galpão de campo de batata esperam um posicionamento do governo para voltarem para as casas

Ao G1, Edgar afirmou, através do WhatsApp, que tem vivido em um acampamento coletivo desde o dia do terremoto. O galpão fica em um campo de plantação de batatas, nas proximidades da casa onde ele morava com os também missionários brasileiros Debora Ramos, Filipe Bittencout, Nathalia Dal Moro e Beatriz El-bainy. Todos, segundo Edgar, sobreviveram ao abalo sísmico e estão vivendo no acampamento.

“O quarto andar da casa onde vivíamos desabou. No momento do terremoto de sábado, eu estava no terceiro piso e todos nós saímos correndo para a rua. No caminho, encontramos crianças e as ajudamos a descerem conosco. Graças a Deus sobrevivemos e estamos todos bem”, narrou Edgar.

Ele relatou que a maior necessidade dos sobreviventes é de estocar alimentos e água e acrescentou ainda temer epidemias, devido ao grande número de feridos e mortos.

“Tá faltando água e a gente precisa estocar comida. Temos medo de epidemias, por causa da quantidade de mortos e a falta de assistência”, descreveu, acrescentando que apesar de ser socorrista formado pela Cruz Vermelha, tem dificuldades para ajudar os sobreviventes por falar apenas inglês.

“Estamos prestando ajuda, mas as portas se abriram de fato para nós quando levamos milhares de caixas de bananas a sobreviventes. Nesse momento, todos queriam nos receber, porque a população tem fome e precisa de remédios”, narrou.

O missionário e os quatro amigos tem, segundo ele, muita vontade de ajudar as famílias reconstruindo casas e igrejas. “Esse é o nosso maior desejo agora”, descreveu Edgar, contando que muitas pessoas que vivem no acampamento perderam as casas e outras aguardam avisos do governo para saber se é seguro voltar às residências.

Nesta segunda, o Itamaraty informou já ter localizado 60 dos 79 brasileiros que estavam no Nepal na hora dos tremores. Ainda não há registros oficiais de brasileiros mortos.

Fonte: G1

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Imagem: ReproduçãoPelo menos três igrejas cristãs tiveram suas cruzes removidas nos últimos dias, segundo o jornal britânico Telegraph. A China tem sido muito criticada por causa da demolição de mais de 400 igrejas desde 2014 na província de Zhejiang, na costa leste do país.

Um bispo chinês afirmou no mês passado que o governo teria ordenado o fim da campanha que, segundo eles , é uma tentativa de combater “estruturas ilegais”.

Em 2 de abril, autoridades retiraram a cruz de um edifício religioso em Cixi, localizada a aproximadamente 168 quilômetros de Xangai. Dois dias depois, em uma cidade vizinha palco de remoções anteriores, a cruz da igreja de Em Quan também foi recolhida. Uma terceira igreja foi alvo nesta segunda-feira, em Lishui, outra cidade de Zhejiang.

Segundo Zhang Mingxuan, chefe da Chinese House Church Alliance, uma organização que reúne dezenas de pastores de todo o país, o contínuo ataque às igrejas cristãs vem da crença de que “a religião pode ameaçar o regime”. “Eu nunca acreditei naquela ordem [de suspensão da campanha]”, afirmou.

O cristianismo é a religião que mais cresce na China e alguns analistas preveem que em uma década o país asiático pode apresentar a maior congregação cristã do mundo. A maior parte das demolições e remoções de cruzes aconteceram em Wenzhou, uma cidade costeira conhecida como ‘Jerusalém do leste’, por sua grande população cristã. Funcionários chineses negam que estejam deliberadamente atacando igrejas, apesar de documentos oficiais apontarem que a campanha objetiva sufocar o progresso do cristianismo.

Fonte: Veja

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O jogador de futebol, Ricardo Oliveira, em entrevista ao programa Esporte Espetacular, da Rede Globo, falou sobre o seu ministério pastoral. Há oito anos ele é pastor evangélico em São Paulo.

No culto, o jogador troca a chuteira pelo microfone. Troca o uniforme pela roupa social e mostra a mesma intimidade do futebol, só que com as palavras.

“Não se escolhe ser pastor. Eu fui escolhido. Foi o maior troféu que eu ganhei: poder cuidar de pessoas, incentivar pessoas. O mundo está cheio de gente que coloca você para baixo, mas Deus me levantou para isso”, afirmou.

Ao falar sobre o prazer de pregar a Palavra e participar dos cultos, Ricardo destacou que isto tem significado momentos de paz para ele.

“É um momento que eu me sinto realizado, depois de um dia de trabalho, depois das preocupações que a gente tem, eu venho aqui e aqui a gente esquece tudo. É como se deixasse no estacionamento ou na porta da igreja”, declarou.

Fonte: Globo.com

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A novela “Babilônia”, da Rede Globo, estreou na segunda-feira (16) já registrando baixa audiência em comparação as novelas da nove da emissora com 32.8 pontos de ibope.

Nesse primeiro capítulo a emissora carioca mostrou um beijo lésbico protagonizado por duas atrizes veteranas, Fernanda Montenegro e Nathalia Timberg, fato que fez com que muitos líderes evangélicos se posicionassem contra a trama pedindo aos brasileiros que boicotem a novela.

Coincidentemente ou não, “Babilônia” teve uma semana de baixa audiência, números que podem deixar a Rede Globo em alerta. O segundo capítulo que foi ao ar na terça (17) registrou 29.8 pontos se tornando a segunda pior audiência de uma novela das nove em relação ao segundo capítulo. A novela “Império”, antecessora de “Babilônia” teve 35 pontos de média no seu segundo capítulo.

Na quarta (18) o ibope foi ainda menor, com 26.4 de média um número inferior aos apresentados pela novela “Em Família” citada como “a pior novela da história das 21h” pelos sites que cobrem TV.

O quarto capítulo, exibido na quinta (19) teve 29 pontos de média e na sexta (20) a média foi de 25.3 pontos mostrando que a trama assinada por Gilberto Braga, Ricardo Linhares e João Ximenes Braga pode substituir “Em Família” no posto da novela com piores índices de audiência.

Cada ponto representa 67 mil domicílios da Grande São Paulo e a média estimada para o horário das 21h é de 35 pontos, valor não atingido pela trama.

Fonte – Gospelprime

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Uma mulher que estava em coma há 12 dias despertou milagrosamente horas antes de seus filhos optarem por desligar os aparelhos que a mantinham viva.

Teri Roberts, 56 anos, era descrita como uma mãe/avó saudável, até contrair uma grave infecção bacteriana que quase custou-lhe a vida.

A internação aconteceu em dezembro do ano passado, e no dia 10 Teri entrou em coma. Sua pele foi ficando escura conforme os órgãos eram infectados pelas bactérias e bolhas surgiram em seu corpo.

No dia 22 de dezembro, já sem esperanças de que o cenário mudaria, os filhos de Teri decidiram comunicar aos médicos do Hospital Metodista da cidade de Valley, nos Estados Unidos, que tinham optado por desligar os aparelhos.

A família estava ao redor do leito quando Teri Roberts abriu os olhos lentamente, horas antes de os equipamentos serem desligados. “Por alguma razão, ainda não era sua hora. Ela apenas magicamente acordou por um momento – cerca de quatro horas antes de nós desligarmos o suporte de vida”, disse Ryan Roberts, 35 anos, filho de Teri.

Como era véspera de Natal, Ryan destacou o momento: “Ela foi realmente um milagre de Natal. Foi, de longe, o melhor presente de Natal que eu já tive”, acrescentou.

No entanto, mesmo com o milagre da sobrevivência, a infecção deixou efeitos colaterais, e os médicos informaram que seria necessário amputar as mãos e pés de Teri, pois estavam condenados e poderiam causar novos danos.

O responsável por comunicar a necessidade de amputação foi seu marido, Kent. “Ele ergueu as mãos para que ela pudesse vê-los, e ela deu de ombros e disse: ‘OK’”, balançando a cabeça, relatou Ryan.

De acordo com o WND, o filho de Teri lembrou que mesmo de perder seus membros, ela não desistiu da vida, e já faz planos para voltar a andar e dirigir em breve, com a ajuda de próteses. “Eu desisti de minha mãe, e ela não desistiu de si mesma”, disse Ryan.

O doutor Patrick McCarville, do Hospital Metodista, afirmou à imprensa que o caso de Teri foi realmente um milagre: “A maioria das pessoas não sobrevivem a um período tão longo [de infecção e coma] como Teri fez”, afirmou.

“Sua força, determinação e entusiasmo pela vida são inesquecíveis. Teri tem um longo caminho pela frente, mas seu espírito é impressionante! Quando você entra em seu quarto de hospital, você se depara com um enorme sorriso. Ela acredita que tudo acontece por uma razão e nós simplesmente não sabemos o que é ainda”, concluiu o médico.

Fonte – Gospelmais

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Roberto Carlos dos Santos Gomes é um pastor brasileiro e vive no Níger desde 2009, como coordenador da Igreja Presbiteriana Viva. Em depoimento a Revista Época , ele contou como tem sido a perseguição aos cristãos no país, aflorada pelo atentado terrorista em Paris, em 7 de janeiro.

Segundo ele por volta das 3 horas da tarde no dia 17 de janeiro, uma manifestação de muçulmanos radicais passava em frente a sua casa.

“Eles gritavam e corriam. Haviam acabado de invadir, quebrar e incendiar uma igreja aqui perto de onde eu moro, em Niamey, capital do Níger, país da África Ocidental. Como os muros da minha casa são altos, eu não via nada, mas minha família e eu ouvíamos os estrondos. Só conseguia pensar nas mensagens que recebia de amigos pastores daqui e do Brasil”.

O presidente do Níger, Mahamadou Issoufou, foi um dos seis líderes de países africanos a participar de uma marcha em Paris em sinal de solidariedade aos mortos, no dia 11 de janeiro. Mais de 95% da população nigerina é muçulmana e o ato de Issoufou desencadeou as manifestações.

“Aqui no Níger, eu coordeno as duas igrejas da Igreja Presbiteriana Viva, com sede em Volta Redonda, no Rio de Janeiro. Minha família e eu somos um alvo fácil para qualquer radical muçulmano. Assim, por dois dias depois do sábado, restou-me o isolamento”.

Na segunda-feira de manhã, o pastor, sua esposa e um casal de amigos brasileiros que trabalham para uma ONG cristã, tomaram coragem e saíram de casa.

“Tomamos um carro e saímos todos para conferir a que estado foram reduzidas nossas igrejas. Evitamos as ruas principais, onde eu supunha que poderíamos deparar com radicais anticristãos. Nossa igreja mais próxima estava parcialmente destruída e queimada. Imagino que alguns rebeldes carregaram cadeiras, portas, armários. Outros removeram as janelas e os ventiladores. Os mais ousados arrancaram o chão. Empilharam tudo em frente à igreja. Quando cheguei lá, vi que tudo fora reduzido a cinzas. Restaram apenas um fogão e uma geladeira intactos. A mim, sobrou a tristeza”.

Na sede da igreja a destruição foi ainda maior. A igreja foi queimada por dentro.Em uma casa anexa à igreja, que também pertencia a igreja e onde moravam alguns zeladores, roubaram tudo que havia lá. Da igreja, sobrou apenas a cobertura. Da casa, os muros. Os zeladores salvaram-se porque saíram antes que os manifestantes chegassem.

“Também fui informado de que, naquele sábado, mais de 40 igrejas cristãs haviam sido invadidas, depredadas, saqueadas e incendiadas. Pelas ruas da cidade, não ficou de pé nenhum restaurante, bar ou escola que fosse ligado aos cristãos ou à França. O Níger foi uma colônia francesa até 1960. De resto, os nigerinos muçulmanos pareciam continuar a tocar a vida como se nossas igrejas destruídas fossem um mero detalhe mórbido. Houve mais indiferença em relação a nossa sorte. Do governo do Níger, não veio nenhuma ajuda ou palavra de solidariedade como o líder Issoufou prestara à França dias antes. Foi por medo?”.

Apesar de todas as dificuldades, uma delas encontrar um espaço para começar a igreja, pois a maioria dos proprietários de imóveis eram muçulmanos. Eles conseguiram construir  as igrejas, e regularizá-las junto ao governo nigerino.

“Agora, vamos reconstruí-las. Farei isso sem mágoas nem rancor. Conheço vários nigerinos, com quem fiz amizade. Do mecânico de carros ao padeiro da esquina. Todos eles muçulmanos. Todos eles gentis e amigáveis. Comovidos, vários deles me disseram que teriam corrido à igreja para defendê-la dos ataques se soubessem quais eram os alvos dos manifestantes com antecedência”.

O pastor Roberto Carlos Gomes, afirma que mesmo perseguido ama o povo nigerino.

“Posso dizer que amo esse povo, mesmo que alguns nos persigam. Deus faz da cristofobia um motivo de alegria. A igreja é como um bambu. Quanto mais você corta, mais ela cresce, com mais força e mais vigor. Quanto mais nos perseguirem, mais nós cresceremos. Não estou aqui como um turista que tira fotos e vai embora. Estou aqui por um chamado de Deus. Muitos de meus amigos muçulmanos nigerinos não sabem quem é Jesus Cristo. Eles me dizem: “Ah, ele é um americano!”. Outros me perguntam: “Seria um francês?”. Palavras como essas me fazem acreditar que minha missão não acabou. Continuarei a pregar a palavra de Jesus”.

 

Fonte: Época

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Imagem: DivulgaçãoUma jornalista foi presa na China por ir até Zhejiang pesquisar sobre o fechamento das igrejas e a demolição de templos e cruzes. A prisão aconteceu no dia 23 de janeiro e chamou a atenção da imprensa internacional.

Segundo o site Portas Abertas a jornalista é Jiang Yannan, repórter da revista ‘Asiaweek’, uma publicação em língua chinesa sede em Hong Kong, que foi até a cidade antes conhecida como Jerusalém Oriental para investigar os abusos do governo que forçou o fechamento e demoliu diversas igrejas.

“Quiseram me impedir de entrevistar as pessoas”, contou Jiang que foi presa, prestou esclarecimentos e foi liberada. Todos os que aceitaram dar entrevistas para ela também foram procurados pela polícia.

“Eles têm me seguido e incomodado as pessoas que tento entrevistar”, diz a jornalista. “Eu colhi uma série de depoimentos nesta viagem, e desta vez as autoridades locais estão muito mais rígidas [com os jornalistas]”.

A jornalista deixou a região por conta da pressão policial que não estava permitindo que ela realizasse o trabalho de investigação. “Eles estavam me seguindo o tempo todo”.

Fonte: Veja

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Imagem: Reprodução/Twitter“Selfie é pecado”, disse Felix Siauw, líder religioso islâmico da Indonésia, sobre ato que já virou mania mundial. Principalmente para as mulheres. O clérigo acrescentou: mulheres que tiram fotos de si mesmas são “sem vergonhas” e “impuras”.

“O mundo caiu no pior de todos os pecados: a arrogância”, advertiu Siauw, de acordo com o ‘Daily Mirror’.

“Muçulmanas estão fazendo selfies sem pudor”, escreveu o clérigo no Twitter. “Se fazemos um selfie e postamos a foto em rede social, desesperadamente atrás de views, likes, comentários, estamos caindo na armadilha da ostentação”, acrescentou.

As palavras de Siauw geraram protestos e, em resposta, muitas pessoas foram às redes sociais exibir os seus selfies, conforme

Fonte: O Globo

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Estudiosos de profecias alertam para a aproximação política e militar de Rússia e Irã. Para eles, pode ser o início da união de forças descrita em Ezequiel, capítulos 37 a 39, sobre a chamada batalha de Gogue e Magogue.

A interpretação mais comum do texto aponta para a terra do extremo norte da Ásia (atual Rússia) e seu principal aliado, a Pérsia (atual Irã). Ambos se unirão para invadir Israel.

Esta semana, o chefe do sistema defensivo iraniano, o brigadeiro-general Hossein Dehghan, se reuniu com o ministro da Defesa da Rússia, Sergei Shoigu. Eles trataram, segundo o comunicado oficial, de “questões relativas à segurança global e regional”, bem como a “ativação da cooperação militar e técnico-militar entre os dois países”.

Os dois lados procuram formas de aumentar a cooperação entre os países, do ponto de vista tecnológico e militar. Segundo a imprensa russa, Deghan defende que o estreitamento de laços entre Moscou e Teerã será “um fator de estabilidade e segurança em toda a Ásia Central e o Oriente Médio”. Desde 2013 os dois governos vêm conversando sobre acordos de cooperação.

A Rússia é um dos únicos países que contraria a decisão da ONU e faz investimentos no comércio bélico com o Irã, que sabidamente desenvolve armas nucleares e por não se submeter a órgãos internacionais de controle, sofre sanções econômicas. Em 2010, a Rússia, pressionada pelos Estados Unidos e Israel na ONU, cancelou o envio de um sistema de defesa aérea para o Irã. Agora, seguindo orientações do presidente Putin, volta a negociar ativamente com Teerã, ignorando apelos internacionais e fazendo inclusive acordos nucleares.

As duas nações têm se posicionado do lado contrário da maioria dos países ocidentais, no que diz respeito ao envio da defesa de antimísseis da Otan à Europa Oriental e o fornecimento de armamentos para a Síria, que vive uma guerra civil há quatro anos. Em 2011, quando a tensão entre Israel e Irã atingiu seu ápice recente, a Rússia se posicionou a favor dor iranianos, fazendo ameaças veladas ao governo israelense.

Com informações Times of Israel

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